E então cotinuamos a buscar nossa felicidade, onde quer que seja, na China, no Brasil ou no Polo Norte. Engraçado que quando a vemos de longe e voamos ao seu encontro ela resolve mudar de lugar. Como uma miragem para camelos sedentos. Como a cenoura na ponta da vareta. Angústia ou motivação? Está a gosto do freguês...
A neve em meus olhos me mostra um arco-íris de possibilidades mas me esconde o futuro.
Na verdade ele ainda não existe, e quando me dou conta disso percebo o peso do hoje. Hoje é a hora de fazer planos, a hora de sonhar sonhos impossíveis, a hora de querer ser feliz.
Amanhã me dispara o coração. Ontem me dá saudade, ontem me traz dúvidas sobre hoje, mas ontem, não importa.
Então se revigora a vontade de buscar, planejar, realizar. Realizar o que quer que seja, uma viagem a mais, um evento, uma vida nova. Uma cachoeira de possibilidades começa a despencar diante dos meus olhos, e todas me parecem tão possíveis quanto prováveis. Excesso do sonhos ou falta de foco, quem se importa? Nossos currículos são construídos tanto de sonhos dourados quanto de oportunidades inesperadas....e de repente chega uma oportunidade que acaba virando um sonho.
Só preciso de um novo objetivo e tudo ficará bem. Quando será, onde será, em que resultará?
Me deram uma vida pra viver...então não importa se é domingo a noite ou fim de festa. Preciso realizar e tenho pressa de saber o que.
Escrito por Flávia Donadelli às 02h32
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